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No dia 26 de outubro os educadores da Escola Dom Bosco – EDB, participaram de uma formação ministrada pela equipe do Canal Futura. A formação faz parte da implementação do projeto “Que Exploração é essa?”subsidiado pela Fundação Vale e Fundação Roberto Marinho.

A temática central do encontro foi o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, vivenciada a partir dos vídeos produzidos para mobilização de equipes compostos por 06 episódios de 06 minutos em média. Outro rico material utilizado foi a construção de um organograma que aborda as etapas e processos que envolvem a exploração sexual desses infantes.

Na ocasião também participaram os educadores da Escola Salesiana da Colônia; do Centro Educacional Nossa Senhora Auxiliadora – Bongi; do Oratório Dom Bosco-Curado; o técnico responsável pelo Centro Educacional Dom Bosco – Oratório de Jaboatão; o psicólogo e a coordenadora pedagógica da EDB.

“A temática foi escolhida considerando justamente o nosso público alvo que em sua maioria encontram-se em situação de múltiplas vulnerabilidades atendidos pelas instituições presentes e na Rede Salesiana de Ação Social”, esclareceu Fernanda Santana, coordenadora pedagógica da EDB, que enfatizou também, a importância de, pela primeira vez, conseguir reunir numa mesma formação, educadores de outras unidades salesianas de ação social do Polo Recife.

Ainda sobre a formação, a coordenadora de mobilização e articulação do Canal Futura, Cinthia Sarinho, comentou sobre a importância da ampla multiplicação do material entre os atores que lidam com o público infanto juvenil.

o Encontro aconteceu na sede da Escola Dom Bosco, no bairro do Bongi, em Recife.

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Educadores participantes da formação com Cinthia Sarinho, do Canal Futura

Serie de programas

A violência sexual praticada contra crianças e adolescentes é o tema da serie Que Abuso é Esse?, que é apresentado na grade de programação do Canal Futura. Os vídeos, segue o mesmo formato da série anterior (que exploração é essa) fazendo uso de linguagem lúdica para tratar desta que é uma das mais graves violações de direitos humanos de crianças e adolescentes previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e aprofundar os debates sobre o tema.

Com oito episódios, a série tem como protagonistas três personagens de marionetes – a professora Elvira, o agente de saúde Damião e a dona de casa Neusa. Ao longo do programa, o trio de marionetes discute um assunto e, em seguida, um ou mais especialistas (que pode ser um profissional de saúde, advogado, psicólogo, educador, sociólogo ou assistente social) complementa com esclarecimentos e mais informações sobre o tema. Ao final de cada programa, informações sobre o Disque 100 – Disque Direitos Humanos são divulgadas, estimulando o seu uso e ressaltando sua importância.

Link do projeto: http://www.queexploracaoeessa.org.br/

 

12030260_997704903584427_6941324578641681994_oNos dias 21 e 22 de Outubro de 2015 foi realizada a XI Conferência Estadual de Assistência Social e Eliane Castro, assistente social de nossa escola e representante da Inspetoria Salesiana do Nordeste do Brasil (da qual a Escola Dom Bosco é parte integrante), participou de todo evento como membro do Conselho estadual de Assistência Social – CEAS-PE, um dos organizadores da conferencia, juntamente com a Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ) do Governo de Pernambuco.

Veja a notícia:

Conferência Estadual de Assistência Social debate avanços do SUAS e metas para 2026

Por Alexandre Acioli 
Evento reuniu delegados eleitos durante as conferências municipais no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda

Foto: Pedro Luiz/SDSCJ

Quase 900 pessoas estiveram reunidas durante dois dias, em Olinda, durante a 11ª Conferência Estadual de Assistência Social, para avaliar os 10 anos do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), discutir e traçar as metas para o período 2016-2026. O objetivo de todos é a consolidação do SUAS, com o aprimoramento da gestão, qualificação dos serviços e melhoria da infraestrutura dos equipamentos existentes.

 

A ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome do Governo Federal, Tereza Campello, participou do evento, ocorrido nos dias 21 e 22, no Auditório Tabocas do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. Ela participou da mesa de abertura acompanhada do secretário de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude – SDSCJ, Isaltino Nascimento, entre outras autoridades locais e nacionais.

“A conferência tem o papel e a tarefa de fazer a discussão política de tudo que conquistamos e o que devemos fazer para avançar e consolidar o SUAS”, afirmou Isaltino Nascimento. Ele ressaltou a necessidade de fortalecer o trabalho em rede e a intersetorialidade. O encontro foi organizado pela SDSCJ e pelo Conselho estadual de Assistência Social – CEAS-PE.

Durante a conferência, Isaltino Nascimento entregou à presidente do CEAS-PE e secretária executiva de Assistência Social – SEAS da SDSCJ, Ana Célia Farias, o Anteprojeto de Lei do SUAS Estadual. Os conselheiros do CEAS-PE têm 15 dias para fazer sugestões e ajustes no documento. Depois desse prazo a proposta será encaminhada para o governador Paulo Câmara, que a enviará para votação na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

A ministra Tereza Campello participou da conferência juntamente com a secretária Nacional da Assistência Social, Iêda Castro. A ministra também elogiou a SDSCJ pela apresentação do projeto de regulamentação do SUAS Estadual, apontando a iniciativa como mais um avanço na consolidação da assistência social.

A Conferência Estadual de Assistência Social contou com a participação de 786 delegados eleitos durante as conferências municipais, representando todos os 184 municípios pernambucanos. Presentes, também, usuários da política de assistência social, trabalhadores do SUAS, grupos e instituições ligadas à assistência social em Pernambuco e conselheiros do CEAS.

Os delegados se dividiram em 10 grupos e, durante os dois dias, discutiram cinco temas: “Dignidade humana e justiça social: princípios fundamentais para a consolidação do SUAS”, “Participação social como fundamento do SUAS”, “Primazia da responsabilidade do Estado: por um SUAS público e republicano”, “Qualificação do trabalho no SUAS” e “Assistência social é direito”.

Dessas discussões 20 propostas prioritárias foram escolhidas para serem implementadas no SUAS Estadual e 15 propostas que serão levadas à Conferência Nacional, como sugestão para implantação no âmbito da União. Houve ainda a plenária de deliberações e a eleição dos 52 delegados que irão representar Pernambuco na 10ª Conferência Nacional de Assistência Social, que acontecerá no período de 07 e 10 de dezembro, em Brasília (DF).

Um dos momentos da 11ª Conferência Estadual de Assistência Social foi a apresentação do balanço do Plano Decenal (2005-2015) do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Na opinião do gerente do SUAS da Secretaria Executiva de Assistência Social (SEAS), Joelson Rodrigues, consolidar o Sistema – um canal único de gestão e oferta de serviços assistenciais em todo o país – foi o grande desafio de quem faz a assistência no Brasil.

“Há muito o que celebrar, porque nesses 10 anos Pernambuco cumpriu bem o seu papel”, avaliou Joelson, ressaltando, também a participação do Governo Federal e dos municípios. Segundo ele, hoje há núcleos da assistência social em todos os 184 municípios do Estado, com serviços confinanciados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

SIGAS – Durante a conferência, Isaltino Nascimento fez a apresentação do novo portal do Sistema de Informação e Gestão da Assistência Social (Sigas) – www.sigas.pe.gov.br –, que armazena informações e indicadores sociais da Secretaria Executiva de Assistência Social (SEAS), dos 184 municípios pernambucanos e dos conselhos municipais, entre outros. O Sigas é uma ferramenta de consulta capaz de armazenar informações e produzir conhecimento acerca dos elementos que integram a política de assistência social coordenada pela SEAS.

Fonte: SDSCJ – Governo do estado de Pernambuco

O psicólogo da Escola Dom Bosco, Eudes Fonseca, representante do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil em Pernambuco – Fepetipe, Palestrou sobre o cenário do trabalho infantil em Pernambuco

No último dia 22 aconteceu no município do Cabo de Santo Agostinho, o 3° Fórum de Saúde do Trabalhador e Trabalho Infantil no auditório do SEST SENAT.

O evento teve como objetivo incentivar a Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente a trabalhar de forma articulada e integrada na Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil no Cabo e em mais 16 municípios circunvizinhos envolvidos.

Para garantir a intersetorialidade na prevenção e erradicação do trabalho infantil, o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – CEREST por meio da Secretaria Municipal de Saúde contou com a parceria da Secretaria de Educação e Secretaria de Promoção Social do Cabo.

O evento contou ainda com a presença da representante do Ministério da Saúde, Carmen Lúcia Miranda Silveira, coordenadora geral de Saúde do Trabalhador, que explanou sobre a política de erradicação do trabalho infantil e seus eixos estratégicos.

Na ocasião, o psicólogo da Escola Dom Bosco, Eudes Fonseca, representante do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil em Pernambuco – Fepetipe, Palestrou sobre o cenário do trabalho infantil em Pernambuco: ” O Brasil e consequentemente seus estados, é signatário do documento proposto pela Organização Internacional do Trabalho – OIT que se compromete a erradicar as piores formas de trabalho infantil até 2016, mas Pernambuco está longe de cumprir essa meta”, segundo Eudes.

Após sete anos consecutivos diminuindo os índices de trabalho infantil (entre 2005 e 2012), Pernambuco apresentou aumento de 10,4% na ocupação de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2013, divulgada este ano. Em números absolutos, o ano de 2013 terminou com 146.038 menores de idade exercendo algum atividade profissional, contra 139.079 de 2012.

Como forma de alertar para o problema, o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil em Pernambuco (Fepetipe) promove, hoje, uma passeata que sairá da Praça Oswaldo Cruz, em Santo Amaro, rumo ao Palácio do Campo das Princesas, também na área central da cidade. A saída está marcada para as 14h e a coordenação do movimento pretende entregar ao governo um documento com diretrizes para reverter a situação.

“Queremos políticas públicas mais eficazes. A questão do trabalho infantil necessita de atenção contínua, pois é acima de tudo cultural. Muita gente acha normal uma criança trabalhar”, comenta Eudes Fonseca, um dos coordenadores do Fepetipe. “Crianças e adolescentes são serem em formação, física e mentalmente. Estão sujeitos a vários perigos pelo fato de estarem nas ruas, muitas vezes exercendo atividades prejudiciais à saúde”, diz, citando como exemplo o caso dos entregadores de água mineral e ajudantes de lava-jato.

Gente como M.C., de 17 anos, que aos seis anos de idade começou a trabalhar vendendo alimentos para ajudar a família, na Comunidade de Roda de Fogo, na Zona Oeste do Recife. Passou quase toda a infância e adolescência privada de brincadeiras. “Eu brincava sozinha, no pouco de tempo que tinha depois que acabavam as tarefas”, conta. Os períodos de trabalho cobraram outro preço alto: as dificuldades na vida escolar. Após a segunda repetência, a garota parou de trabalhar para se dedicar aos estudos. Hoje faz dois cursos técnicos – Enfermagem e Administração – e sonha em ser fisioterapeuta. “Eu poderia estar bem adiantada nos estudos, mas agora é bola para frente e ir atrás do meu objetivo”, diz ela.

A Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude do governo do Estado explica que o aumento na incidência de trabalho infantil em 2013 se deveu a uma modificação nas diretrizes do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), realizada naquele ano. Segundo o órgão, alguns municípios ficaram sem receber recursos federais para o Peti, situação que foi normalizada no ano seguinte. Atualmente, 68 municípios que apresentam altos índices de trabalho infantil estão inseridos no programa, e a secretaria deve começar, ainda este ano, ações específicas para coibir o trabalho de crianças e adolescentes em praias, mercados e feiras livres.

Fonte: JC Online

Veja link da matéria

* Eudes Fonseca, membro da Coordenação do Fepetipe,  é Psicologo e articulador da Escola Dom Bosco

 

 

 

Vagas em: RECEPCIONISTA EM MEIOS DE HOSPEDAGEM
INSCRIÇÃO DIA: 09/10/15
HORA: 8h30 ÀS 12h
LOCAL: ESCOLA DOM BOSCO (Av. Gal. San Martin, 1449 – Bongi)
VAGAS LIMITADAS!
Requisitos:
IDADE – 18 À 29 ANOS
– SEGUNDO GRAU COMPLETO OU A CONCLUIR

Documentação necessária: RG,CPF,CTPS, TÍTULO ELEITORAL, CAM OU RESERVISTA
Disponibilidade para frequentar as aulas DE SEGUNDA A SEXTA DAS 13h AS 17h.
Início do curso: dia 13/10/15

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DIA 09/10 (em nossa instituição : Av. General San Martin, 1449 – Bongi/Recife)

Horário: das 8h às 11h30 e das 13h30 às 16h

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

RG,
CPF,
Comprovante de residência,
Registro de nascimento,
carteira de trabalho,
titulo de eleitor*
reservista*
carteira de habilitação*
2 fotos 3×4,
declaração escolar ou ficha 19

(* Caso já tenha idade necessária)

OBS: JOVENS JÁ INSCRITOS NA ULTIMA INSCRIÇÃO NÃO PRECISAM REFAZER A MESMA